2007/05/27

Dave Matthews Band

"I'm sorry for taking so long to come. Thank you for waiting."



De volta a uma sala, para mais um grande concerto. De volta a uma sala de concertos, meses depois.
E assim que começou, ecoou "Nani, Nani, come and dance with me" (na minha versão de "#36" para"Hani, Hani, come and dance with me."), e mais ainda fiquei extasiado com este começo. Tudo muito bom, e só faltou mesmo um "Love of ..." durante as 3h15 de miscelâneas de sons que compuseram aquela noite. Um degladiar de violino contra o baixo, a bateria num ritmo frenético, com o sax e o trompete a darem aquele toque de Jazz, e ainda assim "So Much To Say". Enquanto "Ants Marching" numa vertente de Blues, era o que Dave Matthews buscava com a sua guitarra, o piano não fazia por menos em improvisos que roçavam o Funk.
A sua voz, poderosíssima, enleante, melancólica e cheia de garra, manifestada a solo em "Gravedigger", demonstrava porque estes tipos têm quase tantos álbuns ao vivo como originais.
Enfim, que venham cá mais vezes e não se limitem aos states ...

2007/05/24

Mas que dias são estes?

"Negros dias de um Sol quente."


A vontade de um dia de sol resplandecente, uma luz transbordante e a fazer brilhar tudo em forma de ouro.
O refresco de um duche vespertino para espantar aquela sensação insustentavelmente quente, por conta de roupas leves, desapertadas ... e chinelos para respirar o corpo sob as brisas de um ar baforado.
No crepúsculo do dia, sentado numa esplanada, de olhar escondido.
Sem preocupações, sem compromissos, sem nada.
Com a companhia desejada, com as palavras adequadas, com um sorriso reflectido num silêncio intemporal.
Do outro lado da janela, pingos raivosos de água, caiem. As nuvens negras escondem o que antes era um azul aguerrido, e estrondosamente as massas de ar chocam entre si, provocando sons grotescos como se viessem de catacumbas instaladas nos confins dos céus.
As demais águas que caiem e recaiem, e inundam, e afogam, os sonhos que queria ver um dia. A espera de que neste dia as coisas sejam diferentes.
Que dias são estes? Pergunto eu ...
Mas que dias são estes?

2007/05/20

Grito de Glória

A minha admiração por todos os que buscam, em infinitos esforços, pela glória de vencer.


Desde sempre o Homem procurou o seu limite. O esforço fisico, mental e cooperativo, leva-o a competir entre si para que atinja sempre esse limite.
Admiro a capacidade de sofrimento de um atleta, que busca forças inertes e as eleva superiormente para o atingimento da sua glória. Um ciclista que busca todas as forças para terminar uma etapa, um tenista que psicológicamente luta entre si e uma bola, uma equipa de futebol que procura em esforços cooperativos (de equipa) ganhar um desafio, são exemplos que me ajudam a procurar atingir os meus objectivos.
Hoje, admiro quem vá procurar uma vitória, quem com muito trabalho e organização, recuperou lutou e venceu até à última vitória. Se não fôr possivel, então deseja-se os parabéns pelos princípios expressos e pela coragem demonstrada, e também os parabéns a quem atingiu os seus objectivos.

E lá estarei na minha cadeira que me acompanhou ao longo da época, a ver o que isto vai dar .... Força Sporting Allez.

2007/05/14

Elefante bebé

"Juro que não ando a tomar drogas nem coisas do género, juro tenho os parafusos todos (se bem que de vez em quando não se pareça ...) e juro que nesta imagem eu vejo um elefante bebé."
... quando era miúdo gostava de olhar para o céu e descobrir entre as nuvens as histórias desenhadas pelos seus contornos e pelas sombras que se formavam entre aquelas partículas de água todas juntinhas umas das outras.
Era assim que me perdia em algumas tardes, gostava (e continuo a gostar) imenso de desenhar, e eram com aquelas abstracções que ia imaginando as minhas figuras.

Hoje com a 2º circular parada, dei-me por mim de volta aos tempos do "olhar para o azul-céu-infinito". Procurei os desenhos que as nuvens formavam e encontrei alguns.

Durante a viagem, sozinho, voltei a recordar-me. Agora vejo-me que gostava mesmo de imaginar coisas.

Este tem sido um ano de arrependimentos, e em silêncio os guardo, mantendo ainda acesa a esperança das incertezas.

2007/05/09

Guilty Pleasure

"O meu Guilty Pleasure ... Neil Diamond."






Há muito tempo atrás, num dos meus primeiros filmes, descobri a voz de Neil Diamond como parte da banda sonora. Acho-a fantástica. Ao mesmo tempo, um filme sobre uma fábula escrita por Richard Bach, de uma gaivota que aprende a voar e que aprende o que é a vida. Conhece os sacrifícios que tem de fazer para sobreviver num mundo próprio.
Um filme inesquecível "Jonathan Livingston Seagull" ou em português "Fernão Capelo Gaivota". Perante as nossas dificuldades, todos os sacríficios que valorizam esta vida.
... e depois os sons de "Be" ou "Lonely Looking Sky"

2007/05/03

Fábula

"A Princesa do Gelo e o Principe dos Sonhos"

Era uma vez um rapazinho que vivia numa terra pobre. A terra era tão pobre que para ele o mais importante eram os sonhos que ele tinha. Sonhava, sonhava muito, com viagens por terras distantes e com outros mundos fantásticos repletos de criaturas boas e más, e sempre com grandes aventuras.
Um certo dia o rapazinho teve um sonho diferente dos outros. Sonhou que tinha encontrado nas suas aventuras um cheiro sobre o qual lhe despertou uma outra sensação que nunca tivera. Era diferente, a sensação forte era algo que ele não conseguia perceber o significado, e o cheiro era qualquer coisa que ele não sabia como descrever. Sentia ser um perfume com um aroma agradável, suave e doce mas que não conseguia identificar em lado nenhum por muito que procurasse.
Intrigado e desejoso de encontrar o tal perfume, resolveu um dia partir em busca do seu sonho. Sozinho, e na sua pequena barca de uma só vela, acompanhado por um pequeno saco que transportava o indispensável para a sua viagem, largou as amarras e foi navegando pelo mar fora, sem destino e sem pistas. Nesta viagem, por cada lugar que ele passava, parava e procurava, mas nunca encontrava o aroma que tinha sonhado. Nessas terras, de vez em quando conseguia encontrar e fazer alguns amigos, que lhe ofereciam comida e descanso em troca dos seus relatos e das suas miranbolantes histórias. Todos gostavam de o ouvir a contar as histórias. Juntavam-se à sua volta e ficavam entusiasmados com as suas fábulas, mas quando o rapazinho contava o sonho que tinha tido do seu perfume, todos o gozavam e riam-se dele, porque não conseguia descrever, e mais ninguém acreditava nele.
E assim o rapazinho ia viajando, de terra em terra, de história em história, de sonho em sonho...
Já passava muito tempo desde de que ele partira da sua terra.
Até que um dia chegou a uma outra terra, ainda mais distante. Era um local bastante frio e todo coberto de gelo. Assim que chegou sentiu um arrepio pelo corpo todo, mas não era por causa do frio. Sentiu também uma sensação deliciosa no ar. Aos poucos, e enquanto caminhava pela terra ia sentindo um perfume cada vez mais intenso e agradável, que o acalmava e fazia sentir-se bem. Descobriu depois que nessa terra gelada, vivia uma princesa, era a Princesa do Gelo, e que morava fechada no seu castelo de gelo. Apercebeu-se que desse castelo saía aquele fantástico perfume e assim o rapazinho decidiu procurar saber quem era essa Princesa do Gelo. Tentou entrar no castelo mas não conseguiu, pois era impossível transpôr os portões, porque o vento frio congelava quem lá tentasse passar. Optou por chamar a atenção da princesa de outra forma. Acendeu uma fogueira o mais alta possível para que a Princesa do Gelo a pudesse ver e também para que ele não ficasse com muito frio. Mas a fogueira que o rapazinho acendeu, logo foi adormecida pelo forte vento frio que saía do castelo de gelo. E tentou várias vezes e de diferentes maneiras. Descobriu mais tarde que a princesa guardava no seu castelo um enorme tesouro, e que esse tesouro era o calor que ela necessitava para viver no seu castelo gelado. Percebeu o rapazinho que tinha encontrado o perfume que tanto procurava e percebeu também que a Princesa do Gelo era quem ele não conseguia descrever, porque só a conseguia sentir bem dentro do seu coração.
O rapazinho não desarmava, mas o frio intenso o fazia ficar cada vez mais gelado. Estava triste porque a sua intenção, que era conhecer a Princesa do Gelo, não estava a realizar-se. E assim foi ficando. Recolheu ao seu barco e sozinho como sempre, esperou, esperou ...
Numa manhã, um pássaro-do-sol passou a voar defronte dele e veio deixar uma mensagem de que uma catástrofe iria acontecer. O pássaro-do-sol seguiu depois até ao castelo do gelo e o rapazinho não soube o que fazer. Quando finalmente decidiu sair do barco e ir ter com a Princesa do Gelo, uma onda de calor apareceu e derreteu toda aquela terra. Aquele imenso manto branco que preenchia aquela terra, depressa se tornou cheio de grande correntes de água que inundava tudo por onde passasse. Nesse instante o pássaro-do-sol avisava também a Princesa do Gelo para fugir e tentar salvar-se da catástrofe que iria acontecer.
A onda de calor derretia aquela terra toda, e ondas gigantes formavam-se ao contrário, de terra para o mar, e numa dessas ondas, precisamente quando o rapazinho se preparava para ir ter com a sua princesa, embateu no seu pequeno e frágil barco e o destruíu completamente, levando o rapazinho para as entranhas gélidas daquele mar. Era o fim da história do rapazinho que partiu um busca do seu sonho e do seu perfume. Pouco depois, a Princesa do Gelo acompanhada do seu tesouro, chega na praia à procura do rapazinho. Não o encontrou. Foi quando o pássaro-do-sol chegou e lhe disse que o rapazinho se transformou num Principe do Sonhos nas profundezas daquele mar. A Princesa do Gelo ficou triste e chorou tanto que as suas lágrimas se diluiam no mar aonde agora era o reino do Principe do Sonhos.
A Princesa do Gelo e o Principe do Sonhos, acabavam separados em mundos diferentes e unidos somente pelas suas lágrimas, onde nunca chegaram a conhecer-se.

2007/05/02

Seguir ...

"Vontade de partir e procurar a linha que esconde um Sol e limita o horizonte."

Partir, procurar, encontrar-me ... saudades, sentir, fazer parte.
Sorrir e rir, olhar e abraçar. Voltar um dia.

2007/04/26

...

Há momentos que não sabemos como explicar. A recordação de um dia entre miudagem. Por isto vale a pena aqui estar ...
Titulo 1: "Como se cura uma febre"
Depois de uma noite bem mal passada, possivelmente em estado febril por causa desta maldita constipação ou gripe, e com um trocicolo ainda a não me deixar numa posição de dormida confortável, saio da cama às 7 da manhã (num dia de férias) para ir ao treino de capoeira. Perfeitamente anormal, neste meu estado, tive que dar o treino e acabei por não suar muito. Por volta das 10h seguia-se nova aula de capoeira para uns miúdos surdos-mudos (nem todos) da Santa Casa da Misericórdia e também não suei muito. Como não tinha despachado com o estado febril, resolvi ainda ir fazer mais uma aula com o meu mestre às 12h. Aí sim suei que nem um porco e a febre foi-se embora de vez. Entre estas aulas todas tomei ainda 3 banhos, fiz cerca de 6 séries de 50 abdominais, umas 6 séries de 15 flexões, uma data de alongamentos da coluna (diga-se de pasagem que não está grande coisa), entre outras coisas mais, e isto tudo por causa da febre e do trocicolo!!! O resto do dia foi passado a tomar sumos de fruta naturais, numa clínica! ... (na clínica sim, mas não por minha causa).


Titulo 2: "Crianças ensinam-nos que há coisas bem piores"
A primeira aula do dia não estava programada ser eu a dar, mas o meu mestre não pode ir e fiquei eu responsável. Nada de anormal.
A segunda aula do dia foi especial. O nosso grupo efectua alguns trabalhos de índole social, e o dia de hoje foi dedicado às crianças da Santa Casa da Misericórdia. Como estava dísponivel e de férias o meu Mestre pediu-me para ajudá-lo a dar a aula aos miúdos. Fiquei com a turma dos mais pequenos. Coisa que aprendi, é nunca lhes pedir para fazer coisas extraordinárias, basicamente é de evitar. O objectivo é juntar-me aos ideais deles (brincadeira) e fazer exercicios nessa onda. Inicialmente corri um grave erro. Pu-los a correr nos tatames sem ordem nenhuma e prontos já tinha perdido o controle da situação. Prontamente tratei de corrigi-los e mandei que ficassem todos em linha, e lá consegui que a ordem voltasse novamente e fui passando alguns exercicios, com o objectivo de eles nunca saírem da sua linha.

Estes miúdos, alguns eram surdos-mudos e outros tinham graves deficiências de sincronização de membros (que para vem fazer uns exercicios deve ser a maior dificuldade de todas), mas todos eles tinham aquele ar de criança feliz que certamente os faz sentir mais "gente" que muita "gente" que por aqui anda, dentro de todas as dificuldades que eles passam. É incrivel como o silêncio que um sorriso deles pode mostrar algo tão verdadeiro e puro, e depois voltar à terra e ver as injustiças que por aqui andam.
No final, depois de lhes mostrar algumas brincadeiras com base em exercicios de capoeira, e de ter brincado com eles ao "jogo da capoeira", foi de enorme felicidade minha em vê-los a agradecer a aula que tiveram. Todos juntos reuniram-se à minha volta e fazerem aquelas vénias que se vêm nos filmes de kung-fu, karaté, e afins ... e depois os sorrisos deles por terem brincado de uma maneira diferente.

Em dias que penso que isto anda tudo mal, vai-me ficar na memórias as imagens deste dia, para que eu possa relembrá-las todos estes dias até ao fim da minha vida.

2007/04/23

Dia do Livro

Num silêncio, uma Leitura. Numa imagem, o Oferecer de um Livro a quem gostamos.

Gosto de ler e não de reler. As imagens que crio enquanto leio são o filme da minha imaginação. Estimulo esta imaginação entre várias leituras, curtas ou longas, perfeitas ou imperfeitas, melancólicas ou alegremente miranbolantes, sempre foi assim e sempre será assim.
Ultimamente vários, têm sido os pedaços que vou imaginando a escrever. Coisas poucas, com algum sentido, e outras mesmo sem sentido. A minha vontade é que elas se unam todas num mesmo dia e quiçá se escrevam num Livro.

Na minha mesa de cabeceira, amontoam-se livros, dos quais vou dando a devida atenção.
- MEMNOCH, o Demónio - Anne Rice: Está a ser duro ler este livro. Estou a gostar (até porque admiro estes ambientes de "fantástico vampiresco"), mas a pachorra tem sido pouca. Comecei em Outubro e ainda vou a meio!!!!
- O Último Voo do Flamingo - Mia Couto: Li a última página e gostei. Agora estou à espera de começar a lê-lo a partir da primeira página. Estranho este meu sentido para optar por um livro....
- O Museu Britânico Ainda Vem Abaixo - David Lodge: Comecei a ler à umas semanas atrás, mas quando percebi que já o tinha lido parei. Já disse que não gosto de reler ...
- Vinho Mágico - Joanne Harris: Na onda do chocolate, o prazer da leitura poderá confundir-se com o prazer do paladar? Humm .... estou à espera de poder apreciar um bom paladar para apreciar a leitura ...
- Profecia Celestina: Li-o em 1 semana e meia. Gostei mas decidi não ir ver o filme que esteve em exibição.
- Homem-Aranha: Já disse que não gosto de reler. Pois, mas há sempre excepções. Banda Desenha não se lê, nem se relê, simplesmente, brinca-se, imagina-se e aprecia-se. Eu sou um "Comic Hero" depois de folhear esta e outras revistas de BD.

2007/04/21

Entre Pepinos e Tomates

Na Vida há uma constante que percorre até aos fins dos nossos dias. Aprender.


À dias atrás, resolvi num dia de férias tratar das minhas couves, grelos e coisas desse género. As couves que plantei (com a ajuda do meu prestável vizinho, o Sr. Alexandre) para o Natal, já não dava mais nada, e os grelos que dali resultavam já estavam meio "fraquinhos", e ter grelos "fraquinhos" não era bem aquilo que queria. Portanto, resolvi plantar tomates e pepinos. Lá fui eu indagar o Sr. Alexandre para saber o que teria que fazer para plantar os ditos legumes. Prontamente, Sr. Alexandre disponibilizou-se a ajudar-me, e lá fomos nós à busca dos tomate e pepinos. Acabamos por trazer estrume de cavalo também.
Com enxadas preparadas e sachos adequados comecei a dar cabo das couves e preparar a terra. Logo aí, Sr. Alexandre manda-me parar e austeramente me pergunta "Mas que é que estas aí a aldrabrar?" Segundo ele, eu estava a cavar mal a terra, pois estava a cavar de trás para frente quando devia ser de frente para trás, e o que devia fazer era falar com a terra!???! ... 1º lição, não começar a fazer as coisas antes de ver o "mestre" a fazer. E ele lá me foi explicando como fazer e como falar, e eu a ouvir e a aprender. Depois lá enterramos as couves para que a terra possa alimentar-se delas. Foi quando tive a segunda lição. "Sabes qual é o sangue da terra?" ... não soube responder. Era a Água ... ok ... pensei, faz sentido. "E sabes também qual é o alimento da terra?" ... pensei eu cá para mim, "matéria orgânica", mas o Sr. Alexandre adiantou-se e falou "... o que a terra come é o que a terra nos dá. A terra deu-nos couves, agora nós damos as couves para ela comer. A terra deu alimento aos cavalos, e nós agora vamos dar estrume de cavalo para ela comer. Isto é que é o alimento da terra ..." e fiquei eu mais sábio sobre a matéria da terra. E continuamos lá nós, a cavar, a estrumar, a plantar e a regar. Daqui a uns meses já terei uma SALADA de TOMATE e PEPINO vinda da minha terra.
Já agora, as CENOURAS demoram um catano a crescer (acho que não as rego devidamente, elas precisam de muita água), os ALHOS estão lá e não sei quando os vou colher e as ERVILHAS, espero que estejam bem próximas para um CREME de ERVILHAS.

Nestes dias senti que há muita coisa para aprender nesta curta vida, e que todos os dias há quem nos consiga ensinar coisas pequenas mas enormes. Sinto-me honrado por poder disfrutar destes ensinamentos.

2007/04/11

Desejos

Olho para trás para poder olhar para a frente, porque o presente está muito confuso.
Nani, Nani, Come and Dance With Me ...
Nani, Nani, Come and Dance With Me ...


Imagino que à 30 anos atrás (de ferry-boat a caminho da Catembe em Moçambique) já seguia um caminho, dançando e entretendo-me ao som de músicas que vão passando e marcando etapas da vida.

Ao som de Dave Matthews vou ouvindo #36 (os tipos quando não arranjam titulos para as letras, dão-lhe números!??!?) e desejoso por ouvir e sentir ...
Nani, Nani, Come and Dance With Me ...



P.S. Atenção, a foto mostra uma posição de equilíbrio (e não de dançarino), devido ao balanço do barco ...

2007/04/09

Firenze

Apetece-me voltar, assim como prometi. Voltar para me deleitar ...À seis anos atrás, por volta destes dias, prometi a mim mesmo voltar a esta maravilhosa e linda cidade.
As imagens ficam nos meus sonhos, em desejos reais irreais.

2007/04/08

You

Acordei, num domingo de Páscoa, a ouvir no silêncio o barulho Grunge dos Candlebox, em You.
Excelentes anos 90.





"[...]
And I'll cry for you
Yes, I'll die for you
Pain in my heart it is real
[...]"

2007/04/04

Semana Santa

"... imagens de sacrifícios e humildade ..."

Lavam-se pés, vive-se a paixão, recebe-se a aleluia, ressuscita-se novas esperanças.
A minha vontade de dar ... à minha maneira, ... só dar.

2007/04/01

mundo mau

"mundo mau, mundo triste ...
... queria que não fosses mau."



Mad World, Gary Jules.
Música do filme Donnie Darko.
Muito fixe a coreografia dos miúdos ao longo do filme.