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2008/12/10

Masters Of War


Against Dark Masters,
a Hope of Immortality
will Lead us through fearless Wars,
in Land of Serenity.

Half-man, Half-horse
who's Brave enough
to Guard the Crypt's passage,
on Footsteps of Light.

2008/11/27

(sem titulo)

... ainda!

2007/12/25

O Reino do Gelo

São assim os sonhos que sigo. Os mundos fantásticos, as histórias trocadas, as personagens de encantar. Queria-te entre elas. Por todas as barreiras que existem, não as saltarei ou arrombarei, apenas procuro-as baixar. Não são estes os contos que porventura as baixarão, mas seguramente transformarão em felicidade um dia destes. É o que espero, neste dia de Natal, assim como sei que um dia não haverá desilusão alguma.

Finalmente fábula toda em 4 capitulos.

"A Princesa do Gelo e o Principe dos Sonhos"
"O Reino dos Sonhos"
"Entre Raios e Trovões"
"Imortal"

Fábula - Fim

"Imortal" (Para sempre)

O Principe voava no seu cavalo-alado.
A Princesa descobria o seu pássaro-do-sol e rapidamente iniciava a sua busca.
Voaram os dois sem saber para onde, e sem saber qual o destino que os encontrava. Eram os seus fiés amigos que os levavam e instintivamente percorriam os caminhos em céus diferentes.
O cavalo-alado, imponente, batia as suas asas enormes. A sua envergadura, assim como as asas de um condor, decididas e portentosas deslizavam suavemente sem nunca se cansarem. Decidiram tomar rumo em direcção ao sol que se punha no ocaso do horizonte. No céu desenhava-se o crepúsculo em cores várias, de tons laranja vivo e vermelhos fogo.

O passáro-do-sol, levava a Princesa e velozmente cruzavam os seus céus e percorriam as terras brancas do reino do gelo que iam ficando para trás. A Princesa não tinha como procurar o seu Principe. Confiava unicamente no seu pássaro, que sempre a ajudou nas alturas que mais precisou.

A viagem que o pássaro-do-sol fazia era rumo ao sol, assim como a viagem do cavalo-alado.

Ambos, em caminho diferentes mas com rumos iguais, sem saberem voavam no infinito céu procurando um objectivo do coração e para o coração.
Crêem, que o destino e os seus fieis companheiros os ajudassem a encontrar o que procuravam.

A luz do sol mantinha-se indefinidamente acesa no horizonte.

Até que num momento, o cavalo-alado ofuscado pelo clarão do sol bateu as asas ferozmente e assustou-se, desequilibrando o principe da sua montada.
Nesse mesmo instante o pássaro-do-sol, ouvindo um enorme trovão, desacelarou bruscamente e a Princesa precipitou-se numa queda desamparada.

Os dois caiam a grande altura, e completamente desorientados do que lhes tinha acontecido, encontraram o olhar de cada um à sua frente. Finalmente encontravam-se. Olhavam-se e unicamente com o olhar entre eles, e trocavam os seus sentimentos. Num ultimo esforço, caiam e lutavam para conseguirem unir as mãos. Quando sentiram que estava próximo de se juntarem, uma forma de parede de vidro impediu-os de se tocarem. Descobriram assim que estavam infelizmente em mundos diferentes, separados por uma redoma de vidro, e que nunca se poderiam novamente encontrar. Continuavam a cair e a angústia aumentava sem saberem como poderiam se salvar. Continuavam a cair, e cada vez mais rápido. Aos poucos e sem se aperceberem, os corpos aproximavam-se da parede de vidro e foi quando sentiram o frio da parede que olharam nos olhos pela ultima vez e encostaram os seus lábios ao vidro. Trocaram assim o beijo mais frio que alguma vez foi trocado, e um frio descomunal desabou naquele instante.

Foi quando o foxy, acordou com um balde de água fria despejado na sua cara. E assim ele foi acordado e desperto daquele enorme sono para perceber que só podia ser feliz assim mesmo .... sonhando, procurando e buscando os seus sonhos.
O lenço branco de seda e o diamante em forma de lágrima imortalizam a história da princesa do gelo e do principe dos sonhos, assim ... para sempre, e sempre que este fábula fôr lida ou contada.

2007/08/30

Fábula - Continuação II

"Entre Raios e Trovões" (o querer, a busca)


A Princesa na sua terra do gelo, reinava e mantinha a sua alma afastada de outros mundos, e protegia o seu tesouro com enorme coragem. Esse tesouro, brilhante e esplendoroso continuava a ser o centro de todas as suas acções.
Vezes sem conta, a alegria que saía do seu lindo sorriso transformava esse tesouro, iluminando o castelo do gelo e acendendo o calor do seu coração.
A Princesa linda, de olhos de mel e olhar terno vivia assim.
O rapazinho que ela agora sabia que agora pertencia a outro reino, ainda fazia parte dos seus pensamentos. Alguns dias, lembrava-se e ía até à praia onde o tinha perdido e ficava lá uns momentos a desejar saber quem era, o agora Principe dos Sonhos.
Numa dessas vezes lembrou-se do pássaro-do-sol, o mesmo que a tinha avisado da catástrofe daquele dia. Lembrou-se que esse pássaro, lhe podia ajudar a saber do rapazinho que aparecera na sua terra. Resolveu então a princesa enviar uma mensagem e escreveu essa mensagem num lenço de seda que trazia consigo. Depois quando uma brisa mais forte soprou, ela ergueu no ar o lenço e largou-o. O lenço foi sendo levado pela brisa e foi cada vez mais se afastando até se perder de vista. Nesse momento a Princesa sorriu e sentiu um alivio no seu coração e com enorme alegria foi a correr para o seu castelo de gelo, ao encontro do seu tesouro.

No dia seguinte, amanhecia como se fosse ainda noite cerrada. O céu azul, encontrava-se escuro. Nuvens grossas rugiam em fortes estrondos como se fossem enormes pedras a rolar do céu abaixo. A princesa deteve-se numa janela do seu quarto e verificou que o seu reino sofria de um grande mal nesse dia. Uma escuridão moribunda abateu-se sobre a sua terra e não sabia o que estava a acontecer. Durante alguns instantes, alguns clarões provocados pelos relampejares que aconteciam, mostravam a dor que ia naquela terra. A tristeza, o horror e o medo eram sentimentos que faziam parte daquele reino naquela manhã.
A amargura da Princesa crescia à medida que o tempo passava e as nuvens negras não passavam e embora o seu castelo continuasse forte perante aquele cenário, o medo da princesa ia aumentando. Percebia também que com aquele tempo nunca iria saber de nada sobre a mensagem que tinha deixado ir. Os dias passavam e o negro dos dias, e os barulhos dos trovões não davam sinais de acalmia. Parecia novamente que outra catástrofe se apoderava daquele reino. Percebendo isso, ela tomou uma resolução. Iria enfrentar a tempestade e ia à procura da sua resposta.
Ela sabia que não podia falhar, muito menos agora.
O seu sorriso de princesa e o olhar terno transformavam-se em forças de tal forma que ninguém a ousaria enfrentar em qualquer situação que houvesse. Os seus olhos de mel, assumiam a forma de olhos de loba com instinto predador de quem se prepara para a caça.
E assim decidiu ela, ir à procura do seu Principe.

O Principe dos Sonhos, continuava também na busca da sua Princesa. Entre várias viagens, a companhia do seu companheiro de viagem, fazia-o também enfrentar o facto de estar sozinho. O seu cavalo-alado, era um fiel amigo também e sempre tinha uma palavra de conforto para dizer ou sabia sempre qual era o caminho a seguir.
Os seus sonhos continuavam a fazer parte da sua vida, e eram eles que o guiavam no seu querer. O perfume, agora nunca mais o podia esquecer, pois estava guardado na lágrima de diamente que trazia bem guardada num bolso da sua capa.

2007/06/09

Fábula - continuação

"O Reino dos Sonhos " (a esperança)


A onda de calor que acabava de degelar aquela terra branca e fria, amainava a cada instante que pequenas brisas geladas voltavam novamente a viajar e a sobreviver na sua terra.
A Princesa do Gelo, recuperava da sua tristeza e todos os dias procurava naquela praia, aonde aquele rapazinho tinha desaparecido, quem afinal seria ele. Um dia, na sua espera, naquela praia recordou aquele dia que o rapazinho não se salvou, e invadida por um sentimento de maior tristeza uma lágrima saíu daqueles olhos. Nesse instante, uma brisa suave mas forte de vento gélido, passou-lhe pela cara e a lágrima se transformou numa forma pura e cristalina. A lágrima caíu então no mar gelado desaparecendo tal qual as primeiras lágrimas que ela chorou naquele dia.

Num mundo estranho, o rapazinho pobre encontrava-se novamente perdido. Sem saber que aquele era o Reino dos Sonhos, vagueava sem destino e cada vez mais perdido porque não sabia aonde tinha vindo parar.
Apesar de tudo, era um local fantástico, cheio de imensas formas belas e tudo com cores lindas e fantásticas. Enormes árvores verdes, rios azuis de água límpida escorriam entre os bosques, e vários animais belos e imponentes povoavam os prados, pradarias e selvas naquele mundo. Depois reconhecia algumas dessas criaturas por já as ter visto nos seus imensos sonhos. Perguntava-se a si mesmo se as criatura eram de facto reais ou se ainda faziam parte dos sonhos que tinha tido. Mas à medida que procurava aproximar-se, elas desapareciam não deixando qualquer pista do que lhes acontecia. E assim continuava, sem resposta às suas perguntas e perdido no sitio onde estava, e a única certeza que tinha era que nunca iria esquecer o cheiro com que tinha sonhado e a Princesa que tinha encontrado.
De facto, a Princesa do Gelo continuava a merecer os seus pensamentos. Era um sentimento bastante forte que ele tivera, e indiferente do destino ele sabia que aquela princesa seria sempre a sua Princesa.
Continuava o rapazinho na sua viagem. Precisava de saber aonde estava, mas não conseguia encontrar alguém que lhe pudesse ajudar. Continuava a sentir-se num mundo estranho.
Certa altura encontrou no caminho uma encruzilhada, e nessa encruzilha, em cima de uma pedra enorme mas não muito alta, sentava-se um velho, curvado de uma forma estranha fumando um cachimbo de ervas.
O velho vestia uma túnica que lhe tapava por completo, escondendo o corpo daquela forma estranha. Por alguma razão sentia que já tinha conhecido aquele velho, possivelmente dos seus antigos sonhos.
Feliz por perceber que o velho não se escondia nem fugia dele, foi ter com ele para procurar respostas às suas perguntas. O velho tinha um ar simpático mas algo rude, a aparência idosa era contrária à robustez física e apesar de um olhar frívolo mostrava que era de enorme sabedoria.
Confiante de que obteria as suas respostas, o rapazinho dirigiu-se a ele, apresentou-se e contou a sua história. Mas para sua tristeza o velho sempre de olhar pregado no chão não o ligava e parecia que o rapazinho nem sequer existia perante ele. Da sua boca só saíam baforadas de fumo. O rapazinho resolveu então contar as suas aventuras, das suas viagens e dos seus sonhos assim como dantes contava às gentes das diferentes terras por onde viajava e parava, na esperança que algo suscitasse interesse ao velho. E foi contando as suas histórias, de como tinha sonhado com um perfume, de como se aventurou à busca do cheiro que tinha sonhado, de como chegou à terra do gelo e descobriu a Princesa do Gelo, e agora de como tinha chegado sem saber a esta terra estranha.
O silêncio do velho desanimava-o. À medida que as suas histórias iam terminando, as suas esperanças desvaneciam-se e a cada olhar para a encruzilhada fazia sentir-se ainda mais perdido. As suas forças perdiam-se.
Desesperado e cansado o rapaz adormeceu em cima da pedra aonde estava sentado o velho. Dormiu muito calmamente e logo uma sensação de leveza se apoderou dele. Uma voz rouca e pouco nítida surgiu a seu lado e logo viu o velho com o cachimbo a levantar-se e erguer-se mostrando a sua forma de homem-cavalo. O velho então começou a falar e disse-lhe que aquele lugar aonde estava era o Reino dos Sonhos e que o rapazinho era a grande esperança daquele reino. Que iria trazer mais alegria e vida, e que todos os habitantes e criaturas se tornariam seus súbditos. Disse-lhe também que a única forma de comunicação seriam os sonhos de quem conseguisse sonhar. Acrescentou o velho que quanto mais puro fossem os sonhos, eles se transformariam e o que se sonhasse seria recriado neste reino. Era a maldição daquele reino, pois havia imensas criaturas que não sabiam sonhar.
Para que o rapazinho não se sentisse desanimado, o velho tirou do seu bolso um pequeno presente e lhe ofereceu.
Assustado com a história toda, o rapazinho acordou sobressaltado e olhou para o lado e não viu o velho. Tinha desaparecido. Nesse instante apercebeu-se que acabara de sonhar, e que tudo o que o velho lhe tinha dito é verdade. Ainda mais assustado olhou para os seus pés e viu o presente que o velho lhe tinha oferecido. Era um diamante muito brilhante sem arestas nenhumas e muito liso. O brilho intenso do diamante por segundos ofuscou-o, mas depois mais concentrado reparou que tinha uma forma de lágrima e que o cheiro que ele sempre buscou fazia parte daquela lágrima. Ficou bastante feliz por perceber que aquele diamante era uma lágrima da Princesa do Gelo.
Voltou a lembrar-se do que o velho lhe contou. Onde estava era o Reino dos Sonhos e que ele seria o Principe dos Sonhos.
Mas ele nunca poderia ser principe se não tivesse uma princesa ao seu lado, e assim resolveu, com mais força e esperança ir à procura da sua Princesa do Gelo. Resolveu então dormir novamente para procurar alguma solução nos seus sonhos. Adormeceu e sonhou com um cavalo alado. O cavalo chegou perto dele e disse-lhe que o seu senhor, o velho com que ele tinha falado antes, lhe tinha enviado o seu melhor cavalo-alado para o ajudar na busca dele. E assim foi, quando acordou o rapazinho tinha ao seu lado um enorme e lindo cavalo-alado da cor mais branca que pudesse encontrar nos seus sonhos. Afagou o cavalo-alado e agradeceu a sua presença e juntos voaram de encontro às nuvens em busca da Princesa do Gelo.

2007/05/03

Fábula

"A Princesa do Gelo e o Principe dos Sonhos"

Era uma vez um rapazinho que vivia numa terra pobre. A terra era tão pobre que para ele o mais importante eram os sonhos que ele tinha. Sonhava, sonhava muito, com viagens por terras distantes e com outros mundos fantásticos repletos de criaturas boas e más, e sempre com grandes aventuras.
Um certo dia o rapazinho teve um sonho diferente dos outros. Sonhou que tinha encontrado nas suas aventuras um cheiro sobre o qual lhe despertou uma outra sensação que nunca tivera. Era diferente, a sensação forte era algo que ele não conseguia perceber o significado, e o cheiro era qualquer coisa que ele não sabia como descrever. Sentia ser um perfume com um aroma agradável, suave e doce mas que não conseguia identificar em lado nenhum por muito que procurasse.
Intrigado e desejoso de encontrar o tal perfume, resolveu um dia partir em busca do seu sonho. Sozinho, e na sua pequena barca de uma só vela, acompanhado por um pequeno saco que transportava o indispensável para a sua viagem, largou as amarras e foi navegando pelo mar fora, sem destino e sem pistas. Nesta viagem, por cada lugar que ele passava, parava e procurava, mas nunca encontrava o aroma que tinha sonhado. Nessas terras, de vez em quando conseguia encontrar e fazer alguns amigos, que lhe ofereciam comida e descanso em troca dos seus relatos e das suas miranbolantes histórias. Todos gostavam de o ouvir a contar as histórias. Juntavam-se à sua volta e ficavam entusiasmados com as suas fábulas, mas quando o rapazinho contava o sonho que tinha tido do seu perfume, todos o gozavam e riam-se dele, porque não conseguia descrever, e mais ninguém acreditava nele.
E assim o rapazinho ia viajando, de terra em terra, de história em história, de sonho em sonho...
Já passava muito tempo desde de que ele partira da sua terra.
Até que um dia chegou a uma outra terra, ainda mais distante. Era um local bastante frio e todo coberto de gelo. Assim que chegou sentiu um arrepio pelo corpo todo, mas não era por causa do frio. Sentiu também uma sensação deliciosa no ar. Aos poucos, e enquanto caminhava pela terra ia sentindo um perfume cada vez mais intenso e agradável, que o acalmava e fazia sentir-se bem. Descobriu depois que nessa terra gelada, vivia uma princesa, era a Princesa do Gelo, e que morava fechada no seu castelo de gelo. Apercebeu-se que desse castelo saía aquele fantástico perfume e assim o rapazinho decidiu procurar saber quem era essa Princesa do Gelo. Tentou entrar no castelo mas não conseguiu, pois era impossível transpôr os portões, porque o vento frio congelava quem lá tentasse passar. Optou por chamar a atenção da princesa de outra forma. Acendeu uma fogueira o mais alta possível para que a Princesa do Gelo a pudesse ver e também para que ele não ficasse com muito frio. Mas a fogueira que o rapazinho acendeu, logo foi adormecida pelo forte vento frio que saía do castelo de gelo. E tentou várias vezes e de diferentes maneiras. Descobriu mais tarde que a princesa guardava no seu castelo um enorme tesouro, e que esse tesouro era o calor que ela necessitava para viver no seu castelo gelado. Percebeu o rapazinho que tinha encontrado o perfume que tanto procurava e percebeu também que a Princesa do Gelo era quem ele não conseguia descrever, porque só a conseguia sentir bem dentro do seu coração.
O rapazinho não desarmava, mas o frio intenso o fazia ficar cada vez mais gelado. Estava triste porque a sua intenção, que era conhecer a Princesa do Gelo, não estava a realizar-se. E assim foi ficando. Recolheu ao seu barco e sozinho como sempre, esperou, esperou ...
Numa manhã, um pássaro-do-sol passou a voar defronte dele e veio deixar uma mensagem de que uma catástrofe iria acontecer. O pássaro-do-sol seguiu depois até ao castelo do gelo e o rapazinho não soube o que fazer. Quando finalmente decidiu sair do barco e ir ter com a Princesa do Gelo, uma onda de calor apareceu e derreteu toda aquela terra. Aquele imenso manto branco que preenchia aquela terra, depressa se tornou cheio de grande correntes de água que inundava tudo por onde passasse. Nesse instante o pássaro-do-sol avisava também a Princesa do Gelo para fugir e tentar salvar-se da catástrofe que iria acontecer.
A onda de calor derretia aquela terra toda, e ondas gigantes formavam-se ao contrário, de terra para o mar, e numa dessas ondas, precisamente quando o rapazinho se preparava para ir ter com a sua princesa, embateu no seu pequeno e frágil barco e o destruíu completamente, levando o rapazinho para as entranhas gélidas daquele mar. Era o fim da história do rapazinho que partiu um busca do seu sonho e do seu perfume. Pouco depois, a Princesa do Gelo acompanhada do seu tesouro, chega na praia à procura do rapazinho. Não o encontrou. Foi quando o pássaro-do-sol chegou e lhe disse que o rapazinho se transformou num Principe do Sonhos nas profundezas daquele mar. A Princesa do Gelo ficou triste e chorou tanto que as suas lágrimas se diluiam no mar aonde agora era o reino do Principe do Sonhos.
A Princesa do Gelo e o Principe do Sonhos, acabavam separados em mundos diferentes e unidos somente pelas suas lágrimas, onde nunca chegaram a conhecer-se.