Hoje gostava de estar lá ....
"No teatro dos sonhos ..."
"No teatro dos sonhos ..."
Por
Nelson Ivan
pelas
17:25
0
comentários
Etiquetas: silêncios
Hole Hearted, Extreme
[...]
If i'm not blind,
why can't i see.
[...]
Should have known from the start
I'd fall short with the things I do.
Por
Nelson Ivan
pelas
00:17
0
comentários
Etiquetas: música
Como é bom tudo no Outono.
O pior mesmo é a cola que cola as folhas aos meus pés ...
Por
Nelson Ivan
pelas
10:23
1 comentários
Etiquetas: imagens
F***-**!
(Começa assim desta maneira. Porra que este destino prega partidas que nem o Diabo se lembrava.)
Mudanças fazem parte do destino ou é o destino que obriga às mudanças?
A necessidade de mudar é evidente, mas será que é o destino que obriga a fazer? E o quê ... ficar? fugir? desaparecer? enfrentar? ... Não sei.
Queria mudar. Vontade de fugir ao que criei até agora.
Acabei agora de decidir que profissionalmente não vou seguir outro rumo. O desejo de sair não tinha nada a ver com a minha satisfação profissional, que embora não esteja famosa, sinto parte de um projecto importante. A vontade era mesmo desaparecer, fugir de quem gosto. Fugir para deixar os meus sonhos para trás.
E por não querer deixar o que construí, por não querer fugir daquilo que acredito e tento seguir, resolvi ficar.
O facto de deixar para trás coisas importantes leva-me a querer lutar por elas, mesmo que as dificuldades me transforme num masoquista inveterado. Se me vou cansar, não interessa ... já estou mesmo cansado.
Sei o que quero. Sei o que sinto. Sei o que sou.
Já me chamaram de Fraco "... és fraco.", de Estúpido "É um estupido", já me identificaram com um Zé-Ninguém "Ele nunca vai ser ninguém na vida.", já fui confundido como um ser Diferente "És de cor.", mas mesmo assim continuo o meu caminho, refugiando-me, vagueando e em silêncio entre calhaus e pedragulhos, ... e lá está sem destino.
Não me encontram esses, os pilares da Amizade entre os calhaus.
Sigo sozinho e sei que assim não vou a lado nenhum, mas sei que sigo com o meu sentimento. Olho no horizonte, no topo do edificio mais alto da vida, o caminho que seguirei mas não o encontro. O meu destino permanece insolúvel.
Palavras Sábias ouvi estes dias nas vozes de Mestres de Capoeira. De valores que preservam a ancestralidade e que hoje em dia se perdem na confusão que nós somos. Faço por seguir estes valores, que no meio disto tudo, o "swing" da vida está em cada um de nós.
A coragem para mudar não tenho. Tenho sim a coragem para continuar.
E irei dar valor a esta decisão. No meio disto tudo, um diferente look&feel apoderou-se de mim ...
"São Bento me chama, São Bento me leva ..."
Um convite a assistir ao nosso evento.
- Sábado por volta das 18-19h, espectáculo de teatro e danças brasileiras.
- Aulas de capoeira com grandes Mestres.
... e muito mais coisas para quem estiver interessado, ver aqui (http://capoeiraaltoastral.com/evento/).
Por
Nelson Ivan
pelas
22:49
0
comentários
Etiquetas: capoeira
"O cheiro, as cores, a nostalgia ..."
Uma folha que cai levemente, esvoaçando entre as brisas calmas de horas tardias, e a côr amarela açafrão povoa o meu solo.
Quero-te bem. Quero longe. Despe o manto de gelo e envolve-te entre as folhas que povoam tristes o solo desgarrado, e que te irão esbrasear com o calor do verão passado.
Essas brisas de Outono que carregam o último suspiro do Verão, sopram cada vez mais fortes e o destino é invariavelmente trocado por raios e trovões de fim de tarde. As noites, antes calorosas, agora amenas e mais longas, deixam no ar que respiramos o cheiro de molhado em terra seca. A escuridão da noite, apavora quem nela se recolhe, e sons quebradiços libertam a adrenalina do medo.
Só uma luz branca de um relâmpago amanhece a noite escura.
Pesam os braços, os ombros, o pescoço. Os ramos são frágeis nas árvores.
O silêncio de palavras que nunca saberei escolher invadem a solidão de velhos carvalhos que se erguem no meio da floresta. A dor de ter que decidir, e saber que o Perder irá ser comum a qualquer decisão.
As folhas continuam caídas.
Amanhecem mais amarelas ainda, acastanhadas quiçá, aqui e acolá. Mas mais juntas de certeza, com o frio da noite que se fez.
O primeiro raio de sol devolve a alegria, que rapidamente se desfaz na primeira rajada de vento. Volátil é essa alegria interior, que sobrevive a cada outono que passa.
O meu outono.
Por
Nelson Ivan
pelas
12:58
0
comentários
Etiquetas: silêncios
"... houve alguém que ficou de olhos trocados e outros de olhos em bico"
Sinceramente, não sei como é que os comentadores japoneses ainda conseguem comentar este lance genial. Eles, com os seus olhos em bico devem ter tido alguma dificuldade em perceber o que aconteceu ...
Juro que eu já fiz pelo menos uma parecida, só que não havia TV a filmar e japoneses a comentar!
Por
Nelson Ivan
pelas
21:23
0
comentários
Etiquetas: imagens
"cenas memoráveis"
... adoro.
Por
Nelson Ivan
pelas
22:14
0
comentários
Etiquetas: cinema
Who am i going to call?
Por
Nelson Ivan
pelas
23:17
0
comentários
"Entre olhares perdidos, sempre a procurar entender o teu olhar."
Entre a partilha de emoções, mostra-me aquilo que não vejo,
porque o meu silêncio continua, na procura do teu degelar.
Por um sentimento de felicidade, no sorriso de um olhar teu,
... mergulho em busca da palavra mágica,
Amar.
Por
Nelson Ivan
pelas
00:06
0
comentários
Etiquetas: silêncios
"Entre Raios e Trovões" (o querer, a busca)
A Princesa na sua terra do gelo, reinava e mantinha a sua alma afastada de outros mundos, e protegia o seu tesouro com enorme coragem. Esse tesouro, brilhante e esplendoroso continuava a ser o centro de todas as suas acções.
Vezes sem conta, a alegria que saía do seu lindo sorriso transformava esse tesouro, iluminando o castelo do gelo e acendendo o calor do seu coração.
A Princesa linda, de olhos de mel e olhar terno vivia assim.
O rapazinho que ela agora sabia que agora pertencia a outro reino, ainda fazia parte dos seus pensamentos. Alguns dias, lembrava-se e ía até à praia onde o tinha perdido e ficava lá uns momentos a desejar saber quem era, o agora Principe dos Sonhos.
Numa dessas vezes lembrou-se do pássaro-do-sol, o mesmo que a tinha avisado da catástrofe daquele dia. Lembrou-se que esse pássaro, lhe podia ajudar a saber do rapazinho que aparecera na sua terra. Resolveu então a princesa enviar uma mensagem e escreveu essa mensagem num lenço de seda que trazia consigo. Depois quando uma brisa mais forte soprou, ela ergueu no ar o lenço e largou-o. O lenço foi sendo levado pela brisa e foi cada vez mais se afastando até se perder de vista. Nesse momento a Princesa sorriu e sentiu um alivio no seu coração e com enorme alegria foi a correr para o seu castelo de gelo, ao encontro do seu tesouro.
No dia seguinte, amanhecia como se fosse ainda noite cerrada. O céu azul, encontrava-se escuro. Nuvens grossas rugiam em fortes estrondos como se fossem enormes pedras a rolar do céu abaixo. A princesa deteve-se numa janela do seu quarto e verificou que o seu reino sofria de um grande mal nesse dia. Uma escuridão moribunda abateu-se sobre a sua terra e não sabia o que estava a acontecer. Durante alguns instantes, alguns clarões provocados pelos relampejares que aconteciam, mostravam a dor que ia naquela terra. A tristeza, o horror e o medo eram sentimentos que faziam parte daquele reino naquela manhã.
A amargura da Princesa crescia à medida que o tempo passava e as nuvens negras não passavam e embora o seu castelo continuasse forte perante aquele cenário, o medo da princesa ia aumentando. Percebia também que com aquele tempo nunca iria saber de nada sobre a mensagem que tinha deixado ir. Os dias passavam e o negro dos dias, e os barulhos dos trovões não davam sinais de acalmia. Parecia novamente que outra catástrofe se apoderava daquele reino. Percebendo isso, ela tomou uma resolução. Iria enfrentar a tempestade e ia à procura da sua resposta.
Ela sabia que não podia falhar, muito menos agora.
O seu sorriso de princesa e o olhar terno transformavam-se em forças de tal forma que ninguém a ousaria enfrentar em qualquer situação que houvesse. Os seus olhos de mel, assumiam a forma de olhos de loba com instinto predador de quem se prepara para a caça.
E assim decidiu ela, ir à procura do seu Principe.
O Principe dos Sonhos, continuava também na busca da sua Princesa. Entre várias viagens, a companhia do seu companheiro de viagem, fazia-o também enfrentar o facto de estar sozinho. O seu cavalo-alado, era um fiel amigo também e sempre tinha uma palavra de conforto para dizer ou sabia sempre qual era o caminho a seguir.
Os seus sonhos continuavam a fazer parte da sua vida, e eram eles que o guiavam no seu querer. O perfume, agora nunca mais o podia esquecer, pois estava guardado na lágrima de diamente que trazia bem guardada num bolso da sua capa.
Por
Nelson Ivan
pelas
00:22
1 comentários
Etiquetas: fábulas
"o dia do pastel de nata"
Muito mais que a mim, os Parabéns a Todos vós.
São Todos, os que fizeram e fazem parte deste puzzle de vida.
Por
Nelson Ivan
pelas
07:43
3
comentários
"Una bellíssima cidade para visitar. Agora me voy para Lisboa. Acabou-se o (pouco) dinheiro. Manaña es outro dia."
Ronda era um cidade que tinha algumas expectativas, pelo que tinha lido e pelo que tinha visto.
Cedo saí de Málaga com destino a Ronda. O autocarro não era directo e acabei por fazer o percurso pela "Costa do Sol", e passei pelos destinos veraneantes desta zona ... Torremolinos, Fuengirola, Benalmadena, Marbela e estava um lindo dia de praia. Devia mas é ser o hoje o dia escolhido para ir dar um mergulho no mediterrâneo, e não ontem.
Chegado a Ronda, fui descobrindo aos poucos, entre as ruelas típicas, todos os encantos desta cidade. Ronda é conhecida pela sua arena de touros e por lá se terem cometido algumas proezas taurinas. Gosto desta arte de dominar o touro, apesar de considerar também algo bastante selvagem. Gostaria também de um dia qualquer poder ver ao vivo uma faena deste género e a sua afición.
Ronda situa-se no alto de uma da Serrania de Ronda, erguendo-se numa das suas encostas, e por isso mesmo proporciona vistas magníficas das montanhas e planicies que a circundam. Um dos locais mais espectaculares, é a Puente Nuevo, esplendorosa. Curiosidade, dizem que o arquitecto que construíu a ponte caíu ao rio guadalevin e morreu ao querer gravar o seu nome num dos lados da ponte, no ano em que terminou a sua construção.
Acabou-se assim esta viagem. O dinheiro também não dava para muito mais. Ao ínicio estava um bocado desanimado, mas depois fui-me recompondo. Gostei imenso de Córdoba, até porque disfrutei melhor por lá.
Costumo dizer que não gosto de espanhóis, mas estive em Barcelona e gostei. Na Andaluzia, gostei dos seus costumes. É caso então para dizer, "não gosto de alguns espanhóis ..."
Quanto a mim, continuo com a certeza daquilo que penso e que sinto, mas confuso com o mundo real que me rodeia.
Sei o que quero, mas não sei o caminho a seguir.
Ficar parado, não me parece boa ideia.
Desistir, também não faz bem a minha maneira de ser.
Esta semana houve uma surpresa. Alguém de a algum tempo atrás apareceu e disse que eu era exigente. De facto, não é por acaso que após 32 anos ainda tenho muito a preencher neste puzzle da vida.
Por
Nelson Ivan
pelas
17:06
1 comentários
Etiquetas: viagens
"Bunito ... será que o anti-ciclone dos açores também chega aqui??? ... e o mergulho no mar mediterrâneo ficou para outra altura."
De volta a Málaga para ir até Fuengirola para dar um mergulho no Mediterrâneo.
Saí cedo de Granada. Do centro da cidade para a paragem de autocarro, demorei 45 minutos a pé, em vez de pagar 1€ e demorar 5 min de autocarro. É o meu espírito de caminheiro. Chamaram de 'loco' ... estes espanhóis!!!
Cheguei a Málaga com o tempo cinzento. Depois de instalado, apanhei de novo o autocarro para Fuengirola, uma vila-cidade de veraneio. A caminho de lá abateu-se uma chuvada tornando impossível um mergulho no Mediterrâneo e quando cheguei havia equipas de reportagem de televisão a filmarem em como no top do verão as praias estava desertas.
Pergunto eu, será mesmo o anti-ciclone dos açores que já chegou cá??? Entretanto, acabaram-se as fotografias. A máquina digital (nova, e que já estava marada à vinda para cá) pifou de vez. Como estava a contar com esta máquina, acabei por não trazer muitos filmes e agora estou limitado a somente 15 fotografias.
Voltei para Málaga. A noite em Málaga já me pareceu melhor. Estes dias de temperaturas elevadas durante a noite a vontade é mesmo estar na rua. É o que hoje se faz por cá. Gentes na rua, bebendo, comendo, falando ... divertindo-se. É giro.
Por
Nelson Ivan
pelas
19:34
0
comentários
Etiquetas: viagens